Reconstrua-se

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“Acabou”. “Não dá mais”. “A culpa não é sua, é minha”. “Você merece alguém melhor”. “Eu te amo, mas prefiro te ver feliz”. Entre essas e outra frases, difícil mesmo é descobrir qual a que menos te tranquiliza.

Fim de relacionamento nunca é fácil, todos sabem disso. Tudo piora se você não é o sujeito que decide dar um fim á história, que tinha tudo para dar certo, mas obviamente, tinha tudo para dar errado. E nem adianta vir com a história de “foi uma decisão mútua”. Essa história, na maioria das vezes, é uma grande mentira.

Em um relacionamento sempre haverá um mais dependente emocionalmente que o outro e isso não significa que um goste menos e outro seja totalmente cego de amor, isso é apenas sobre o modo como cada um encara a vida e seus relacionamentos. E então, quando começa a história de “nós precisamos conversar”, podem ir sabendo que um dos dois sairá ferido; ou nos casos mais trágicos, ambos precisarão de um consolo.

Para os mais emotivos, como eu, chorar aparentemente é o melhor remédio. Para os mais festeiros, eis a luz do fim do túnel: nada como uma boa noite de música com os amigos e uma boa lábia pra se fazer acreditar que “está tudo bem”. Para os solitários, um livro ou momentos em silêncio, podem curar qualquer mágoa.

E assim a solução se metamorfoseia de acordo com a personalidade de cada um. Entretanto, a verdade é que quando o sono chegar  ou o dia amanhecer, nada funcionou, o poço profundo continua dentro de você. Mas depois de várias pesquisas e estudos nesse campo (digamos que minha pesquisa foi completamente experimental haha), eu descobri a fórmula para a cura de quase todos os casos de sofrimento amoroso. E é bem simples, pode acreditar em mim.

-Vá até o espelho mais próximo e analise cada detalhe seu, percebendo o que há de bom e de ruim. Depois olhe as coisas boas novamente e diga a si mesmo como essas pequenas características te tornam alguém interessante e da sua forma, bonito.

Bagunce o cabelo, ria de si mesmo e veja como isso é totalmente melhor  que passar horas repetindo seus pensamentos na tentativa de entender o que deu errado.

-Por fim, ame-se. O amor próprio é a solução pra um coração dolorido. De repente você percebe que é ruim viver sem alguém com quem já estava acostumado, mas é pior ainda perder quem você é e deixar a vida passar enquanto você chora e lamenta.

Beijos, Mariah Costa

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Coluna Opinião de Quinta: Idade importa?


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ão é tão fácil que me sugiram temas para o blog (fica a dica: sugiram mais nos comentários, rs). Então, quando isso acontece. o melhor é seguir a orientação. Ainda mais que houve uma “confirmação”, pois duas pessoas pediram esse tema. Lá vai: hoje falarei sobre “diferença de idade”.

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Sempre digo “imagine quantos anos a pessoa tinha quando você nasceu”, ou, no caso da pessoa ser mais velha “imagina quantos anos você tinha quando a outra pessoa nasceu”. Em alguns casos é ‘constrangedor’. “Quando ele (a) nasceu eu já ia até na escola”, alguns podem pensar. Primeiro, vou me reter sobre os casos absurdos onde uma das partes é famoso/rico e a outra pessoa se aproveita. Não acho que vale a pena entrar na questão. Deixem que vendam o que, para mim, não está à venda.

Voltando. O problema na diferença de idade não está exatamente nos anos e sim na cabeça. Eu explico. Cada cabeça uma sentença. Não há problemas em um cara de 32 anos com mentalidade de 20, casar com uma menina de 22 com mentalidade de 20. Entende? O problema está quando as mentalidades não batem. Quando o cara é mais velho e ficará pirado de ciúmes, não tendo “pique” para acompanhar os programas de uma jovem. Ou quando a mulher mais velha anula a juventude do rapaz. Não vale a pena. Mas quando saber a diferença certa, ou, aceitável? Três ou cinco anos não é nada. Agora, acima de dez não dá, né?

Não rola se relacionar com alguém que tem a mesma idade do seu pai ou mãe, né? Mas a pouca diferença é comum e não trará problemas. A sociedade é que julga (e o que ela não julga?) muito quem tem relações com outros indivíduos com números diferentes dos seus. Assim como faz com relações entre classes sociais diferentes e até, pasmem, ainda, entre cores de pele diferentes.

Esqueça os clichês. É preciso, como sempre, pesar tudo. Se você achar que vale a pena, por que não?  Simbora ser feliz, porque idade não diz nada. Quem quer, sim, faz. Então, faça!

Beijos, Hugo Junior

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Coluna Opinião de Quinta: É bom estar “preso” à alguém !

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Quem não gosta de amarras? Você não? Te provo que sim. Nada de cadeias, presídios ou cárcere privado, estamos falando na sensação de estar preso e preso a alguém, a uma situação, a um relacionamento. Esse é o tema do Opinião de hoje.

Minha personagem de hoje namora há um bom tempo. Mais de dois anos de relacionamento, já é praticamente um casamento. A felicidade é plena, os dois postam fotos diárias, mensagens românticas nas redes sociais, tudo muito lindo. Um belo dia, os dois terminam, e eis a surpresa: “me sinto presa, não tenho mais tempo para fazer as minhas coisas, não quero mais saber desse relacionamento e de nenhum”, afirma. Que mudança, não?

Daí pra frente, enquanto o rapaz curte aquela bela fossa solitária, ela “passa o rodo”, literalmente. Sai para festas, baladas, happy hours e pinta e borda pela night, quer ter a sensação de “ser livre”. Não são poucas as vezes em que afirma que essa “liberdade não tem preço”. Pois bem, apesar da mudança brusca, tomara que ela esteja feliz e, pelo menos aparentemente, está.

Passa algum tempo e vem outra notícia pra embaralhar a situação, a nossa personagem de hoje começa a namorar. Como assim? Ela não queria a liberdade? Não estava “curtindo a vida adoidada”? Não. Parece primitivo (deve ser mesmo), as pessoas precisam estar “presas” a alguém. De repente, aquela garota se vê sem a segurança de um relacionamento e precisa reagir, para isso, se apoia na sensação de liberdade, ou melhor, na falsa “sensação de liberdade”.

Precisamos de alguém, isso é fato. Estudos, pesquisas, estatísticas e testes cardíacos convergem para a sociabilidade do ser humano, é preciso estar “preso” a alguém, vira e mexe, mesmo os mais bem-resolvidos tem sentem essa necessidade. Essa personagem típica só exemplifica o que somos, queremos parecer livres, legais, bem-resolvidos, mas para isso precisamos que os outros, que a sociedade, que os padrões, nos aceitem, que ironia! rs

E adivinhem? A menina segue firme no namoro e quem sabe num novo casamento. Toda essa situação só serve para reforçar que, apesar de ninguém assumir, é bom estar “preso” a alguém. Se bem, que o mais agradável, é estar ao lado do alguém sem essas amarras, essa dependência, com cumplicidade e de forma agradável, mas se não der mesmo e você for como essa nossa personagem de hoje, não use “cordas” ou “correntes” muito fortes, porque elas podem marcar de forma desagradável.

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Bom final de semana e com verdadeira liberdade para todas.

#AqueleBeijo :*

Hugo Antonelli Junior

Coluna: Opinião de Quinta: Maldita Carência !

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Alô mulherada, como é que vocês tem passado?

Hoje o negocio tá tenso, rs. Todas as teorias que mexem nos termômetros dos relacionamentos estão sujeitas a um “vírus”, uma “bactéria”, um MALDITO estado emocional: a carência.

Se o cara está carente, esqueça os versos bonitos, o príncipe que vem no cavalo branco, as poesias, músicas, serenatas e imagens de tumblr com poesias da Tati Bernardi que ele posta te marcando nas redes sociais. Esqueça! A carência é capaz de tonar o cara mais grosso do mundo num príncipe. Como já dizem: interesse é tudo.

Mas esse interesse não está ligado ao profundo sentimento de estar com alguém para fazer a outra pessoa feliz, para estar do lado, com companheirismo, amor e dedicação. O interesse da carência é absurdamente egoísta. Você quer alguém porque PRECISA de alguém. Permitam-me citar Fresno: “eu preciso, você também. Todo mundo precisa de alguém”. Mas não quando está carente.

Nos dias de carência, nós homens – e vocês também – deveríamos nos esconder em cavernas e sair só depois que isso passasse. O problema em estar carente é exatamente a ilusão que você pode causar na outra pessoa, caso ela acredite na sua dedicação aos dois. Homem já é meio “pilantra” na conquista. A gente curte umas bandas loucas, assiste filmes que não gostaríamos e fazemos coisas que não faríamos normalmente. Tudo para conquistar vocês. Na carência isso é multiplicado. Alguns parecem (e estão) loucos.

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Como identificar? Tempo. Sim. O nosso amigo fiel e matematicamente (e absurdamente) frio. Dois, três dias ligando e te procurando pode ser carência. Duas ou três semanas, talvez. Dois ou três meses (aí sim), as chances diminuem bem. Mas não nos subjuguem. Quem está carente também não identifica esse estado. Só depois que passa, só no dia, na semana, no mês seguinte. Pensem assim: vocês conseguem se controlar “naqueles dias”? Não, né. Ficam irritadas e sensíveis. E é absolutamente compreensível. Com a carência é a mesma coisa. É incontrolável (mas sem a dor que vocês devem passar).

Então, na próxima vez que for começar algo, que você sorrir ao receber uma mensagem, ficar olhando se a outra pessoa está online no bate-papo, ficar fuçando as fotos e o perfil, pare, pergunte-se, identifique se há sinais de carência. Estar carente não é feio. Feio é iludir a outra pessoa apenas para se satisfazer.

O que você quer ver escrito aqui no Opinião de Quinta? Mande suas sugestões pra gente. Comentem sobre o que vocês estão achando do Opinião de Quinta. Tenham final de semana lindo (e sem crises de carência, ok?).

#AqueleBeijo;*

# ENQUETE !

Meninas, o tema da Coluna Opinião de Quinta do dia 04/09 vai ser decidido por vocês. Selecionamos três assuntos bem legais, é só votar e esperar pra conferir o resultado !

Votem à vontade !

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