Coluna Opinião de Quinta: Como eu era antes de você

Ela tem 27 anos de uma vida pacata, um namorado babaca e nenhuma perspectiva. Se chama Louise Clark . Ele até tinha uma vida ativa. Fazia viagens. Era o cara. Até ficar tetraplégico. Ele se chama Will Traynor. O caminho dos dois se encontra após Lou perder o estável e adorado emprego num café da cidade e precisar de um novo. Ela então é recrutada para cuidar de Will por seis meses.

O que ninguém espera, é que depois desse tempo, Will tem planos para acabar com o seu sofrimento na cadeira de rodas e é exatamente isso que Lou tentará impedir. Eis a trama de “Como eu era antes de você”, de Jojo Moyes, que – tragicamente – terminei de ler essa semana (sim, a sensação é de tragédia quando não há mais nenhuma das mais de 300 páginas para ler). Eis o tema do Opinião dessa semana. Vem junto. 🙂

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Nunca julgue um livro pela capa mesmo. O desenho rosado engana um pouco sobre a trama envolvente e sedutora. A autora consegue te cativar e levar junto com a história. Na verdade, há uma linha tênue quando se escreve sobre alguém com algum tipo de deficiência. É preciso tomar muito cuidado para não “apelar” e Jojo não apela. Se você não quiser comprar o livro, há versões online disponíveis. Minha leitura foi nas idas e vindas no ônibus, uma viagem dentro da outra. #Fica a dica.

É claro que eu não vou contar o final do livro, mas posso dizer que é fascinante viajar com a história e imaginar o final. Clark meio que vive numa crise existencial, já que a sua irmã sempre foi melhor que ela em tudo, mesmo sendo mãe solteira, e a sua família também passa por dificuldades financeiras. Além disso mostra os pais de Will, a infidelidade do senhor Traynor, a dureza da senhora Camilla, com participação da irmã dele que não mora com eles, além de Natan, o enfermeiro que cuida dos tratos médicos de Will.

A grande lição do livro é de como pessoas podem mudar a vida das outras. O livro mostra que, no dia a dia, as pessoas podem mudar, mesmo que não queiram. Aquele carrancudo Will mostra poder ser alguém melhor. Assim como a inútil e pacata Lou, se transforma em uma pessoa melhor.

E você: tem “melhorado” alguém? Sua presença, atitudes e empenho, tem feito das pessoas melhores do que eram antes de você? Não por obrigação, mas pelo prazer de fazer alguma diferença, não só nos romances, mas na própria vida. Porque não?

Leiam. É ultra recomendado. Um lindo final de semana cheio de (boas) mudanças.

#AqueleBeijo, Hugo Junior

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